Tony Martin: Em vídeo, vocalista fala sobre novo álbum solo e experiência com o Sabbath

O canal do YouTube HEAVY CULTURE conversou com Tony Martin, que atualmente divulga o recém lançado álbum “Thorns”, que vem recebendo uma série de elogios da mídia especializada. Lançado 17 anos após seu álbum anterior, “Scream”, de 2005, o trabalho mostra o ex-vocalista do Black Sabbath em plena forma, com sua voz marcante e com a sonoridade recheada de peso e versatilidade. A história do xará de Tony Iommi todo mundo conhece: em 1987 entrou para o Black Sabbath, onde gravou “The Eternal Idol”. A partir daí foram mais quatro álbuns de estúdio amados e odiados pelos fãs de Sabbath: “Headless Cross” (1989), “Tyr” (1990), “Cross Purposes” (1994) e “Forbidden” (1995). Além do Sabbath participou de outras bandas e projetos, destacando o excelente The Cage e o álbum “Our Cross – Our Sins” (2002), do Rondinelli, ex-baterista do Sabbath.

E para falar sobre passado, presente e futuro, o staff do HEAVY CULTURE recebeu o vocalista para um bate-papo, onde inicialmente foi abordada a recepção que “Thorns” vem recebendo, com Tony demonstrando estar bem satisfeito. Sobre sua passagem pelo Black Sabbath, foi abordado sobre os prós e contras de estar na banda, declarando: “Foi uma honra ter feito parte da história d Sabbath. Foi difícil pra mim, eu sou 12 anos mais novo do que o pessoal da banda, então, nosso círculo de amizades era diferente, eles tinham muito mais experiência do que eu. Sempre houve uma lacuna entre a gente, mas dei meu melhor e parece que funcionou, eles gostaram da minha voz”.

Em relação aos álbuns que gravou com o Sabbath, fez pequenas análises, começando pelo polêmico “Forbidden”: “Eu não gosto do “Forbidden”, mas vocês sabem, tem muitos fãs que amam ele. Eu estava falando com outro cara e ele me disse que é o melhor álbum. Eu disse: “sério?”. O “Forbidden” teve um background diferente, e eu não tinha certeza se eu estava mesmo na banda. Naquele ponto foi difícil de me concentrar no material”. Sobre os álbuns anteriores, Tony destacou a performance do saudoso baterista Cozy Powell, falecido em 1998: “Headless Cross e “Tyr” tem ótimos sentimentos por causa do trabalho de Cozy Powell. Cozy é um monstro, um cara fabuloso. “Cross Purposes” foi ótimo, trabalhar com Geezer e todo mundo então… Todos eles tem um bom lugar no meu coração”.

Além disso, Tony Martin falou sobre a temática viking de “Tyr”, suas primeiras experiências com o Sabbath, suas influências como vocalista, lembranças do Brasil, além de tecer comentários sobre os outros vocalistas do Sabbath e suas faixas preferidas de “Thorns” e muito mais! Interessante citar que pouco depois de o HEAVY CULTURE conversar com Tony, foi divulgado que Tony Iommi irá relançar todo o material da “Tony Martin era”, algo muito aguardado pelos fãs.

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A agenda de fevereiro receberá na sexta-feira, 04/02 às 19h, Ciero e Fogaça, do Oitão, e no sábado, 05/02, o canal recebe o Into the Strange às 18h. Em 08/02 mais uma live imperdível, com Jack Starr, guitarrista fundador do Virgin Steele e Jack Starr’s Burning Starr, seguido de Paul Arnold, baixista e vocalista do At War no dia 15/02 às 20h.

Créditos da foto: Divulgação

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Maicon Leite

Maicon Leite

Assessor de imprensa com a Wargods Press, co-autor do livro "Tá no Sangue! - A História do Rock Pesado Gaúcho" e colaborador da Roadie Crew