Resenha de CD | 2014: “Inferno” – Marty Friedman

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Literalmente um INFERNO, é o que podemos chamar do trabalho “Inferno”, de Marty Friendman. Lançado em 2014, o ex-guitarrista do Megadeth, resgatou suas raízes nesse tremendo trabalho, deixando qualquer guitarrista que queira aperfeiçoar suas técnicas, de queixo caído.

Eu me lembro de ter ouvido algo “parecido” com John5, até pouco tempo atrás não me ligava em trabalho solos de guitarristas, depois de John5, fui atrás de Marty Friendman e até uma pitadinha dos trabalhos paralelos de Kiko Loureiro, simplesmente foi uma viagem no mundo das guitarras.

Nessa questão, Marty Friedman não se prende a uma só pegada, algo como sua “fórmula mágica” que se colocada em qualquer álbum irá agradar os fãs. Existem músicas mais rápidas, agitadas, que tremem o seu cérebro e outras mais “relaxantes” como “Resin”, segunda faixa do álbum.

A faixa titulo “Inferno” vem com uma “porrada na orelha” para mostrar por que Marty Friedman é um excelente guitarrista.

Somente três faixas apresentam vocal. Danko Jones participa na rápida e interessante “I Can’t Relax”, algo para se criar um futuro hit. Em “Sociopaths”, David Davidson, manda ver com sua linha de voz bem rasgada e um refrão mais limpo. Na última música com vocal de “Inferno”, “Lycanthrope” com participação de Alexi Laiho, do Children of Bodom, mostra que Marty Friendman se dá bem simplesmente em qualquer estilo que o mesmo ouse tocar.

No final das contas, Marty Friendman, em “Inferno”, mostra que o guitarrista abre as portas para o novo e quer sempre melhorar de alguma forma em seu estilo musical – já que o mesmo anteriormente flertou com a música eletrônica e a japonesa em trabalhos anteriores.

Nota: 9.5
Resenha por: Victor Santos

Victor Santos

Victor Santos

Editor-Chefe em Imprensa do Rock
Victor Santos é editor-chefe do Imprensa do Rock e Diretor Geral do Programa Unimetal. Desde 2011, vem trazendo conteúdo de qualidade para os amantes da música e do cinema.
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