Joey Jordison fala sobre os 21 anos do primeiro disco do Slipknot

Nesta segunda feira (29), o ex baterista do Slipknot, Joey Jordison, usou seu Instagram para falar sobre o aniversário de 21 anos do debut da banda. Ele comentou: 

É quase difícil de acreditar como esses anos passaram como batidas explosivas. Esse álbum foi e sempre será uma das melhores lembranças absolutas da minha vida. Não há nada lá fora como esse, e o que fez para todos nós” e o mundo do metal. Ele fez todos os nossos sonhos se tornarem realidade, e a reação geral dos fãs quase desmoronou os locais e estádios em todo o mundo. Nós não esperávamos, mas absolutamente explodiu! Estávamos tão determinados, com fome e prontos para enfrentar no mundo e nós fizemos. Nós não temíamos ninguém, e isso apareceu quando subíamos no palco. Era apenas ‘aquele’ tempo. “Obrigado a Monte Conner, Dave Rath e todos da Roadrunner Records … Sophia John, Ross ‘The King’ Robinson e Chuck Johnson. Para os fãs, vocês fizeram isso acontecer para todos nós, e eu dedico esse aniversário para você !!! Metal Forever. Obrigado eternamente! Joey Jordison no.1.

Junto com o texto, Jordison postou a placa de dupla platina certificada pela RIAA que o disco alcançou. O trabalho foi lançado em 29 de junho de 1999, pela Roadrunner Records e produzido por Ross Robinson, produtor que tinha grande relevância principalmente na cena New Metal dos anos 90, tendo trabalhado nas estreias do Korn, Limp Bizkit, Soulfly e também encarregado da produção de “Roots“, do Sepultura. Esta foi a estreia oficial do Slipknot e trazendo o primeiro registro com Corey Taylor nos vocais. Antes a banda havia lançado o trabalho independente “Mate. Feed. Kill. Repeat.“, em 1995, ainda com Anders Coselfini nos vocais. 

Joey Jordison deixou a banda em dezembro de 2013 após um anúncio inesperado e quatro trabalhos de estúdio registrados com o grupo, vindo a ser substituído por Jay Weinberg. Jordison se dedicou à alguns projetos posteriores, como o Vimic e o Sinsaenum.

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Marcio Machado

Estudante de História pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), mas com o pé no jornalismo musical, desde os 12 anos se arriscava à escrever sobre o que ouvia em cadernos, se enveredando pela escrita jornalistica do Metal desde 2016 com o Whiplash, tendo de lá para cá, 80Minutos, Headbangers News, Gaveta de Bagunças, Headbangers Brasil e recentemente o Imprensa do Rock, como casas para seus textos e chatices. Tem como bandas de cabeceira Korn, Alice in Chains e Pantera, mas fã de muita coisa dos anos 90, a melhor década.