Hypocrisy: banda arrebenta ao lado de Torture Squad em São Paulo.

Após quatro anos de espera, os suecos do Hypocrisy retornaram ao Brasil, respectivamente para shows em São Paulo, 21 e Rio de Janeiro, 22; com a “End of Disclosure Tour” que contou com um dos ícones do thrash/death metal nacional, o Torture Squad, como banda de abertura.

O Torture Squad, atualmente em trio, formado por André Evaristo (vocal/guitarra), Castor (baixo/guitarra) e Amilcar Christófaro (bateria), subiram ao palco por volta das 18h30, com um show bem intimista e direto, apresentando seus sucessos como “Pandemonium”, “Living for the kill”, “The Baest within” e as novas músicas do novo trabalho: “Esquadrão de Tortura”, com o Carioca Club tendo metade da capacidade do público no início do show, em plena segunda-feira, término de feriado prolongado, que agitou todos os presentes.

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Foto concedida por: The Ultimate Music // © Todos os direitos reservados.

Com um pequeno intervalo, às 20h20, a “Intro” começa a ecoar pela casa, anunciando que os suecos logo subiriam ao palco, e com o Carioca Club lotado, à essa altura, o Hypocrisy, formado por: Peter Tägtgren (vocal/guitarra), Andreas Holma (guitarra), André Skaug (baixo) e Reidar Horgh (bateria), começam seu show, abalando as estruturas do lugar, mostrando para que vieram, com a digníssima “End of Desclosure” seguida das destruidoras “The Tale of Thy Spineless”, “Fractured Millenium”, “Killing Art”; com muita eficiência, e para um público assíduo, que tem o verdadeiro death metal melódico no sangue!

O set seguiu com “The Eye”, “Valley of the Damned” e “Fire in the Sky”, mantendo o público à todo vapor, fazendo os ‘mosh-pits’ presentes no meio da pista. Qualidade e precisão, são algumas das características que notamos que os músicos possuem de sobra, com excelentes performances.

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Foto concedida por: The Ultimate Music // © Todos os direitos reservados.

Enquanto rolava o show, executando “Pleasure”, “Osculum”, “Penetralia”, “Buried”, “Elastic Inverted Vision”, “44 Dubble Zero”, “Warpath”, “Final Chapter”, a sensação era de que todos esqueceram que era uma segunda, e que no dia seguinte, muitos ali voltariam à suas rotinas normais; todos curtiram o show “como se não houvesse amanhã”, uma verdadeira celebração ao death metal melódico pra ninguém ‘botar’ defeito!

O momento ‘encore’ veio com “Roswell 47” e “Adjusting the Sun”, finalizando esse estupendo show com “Eraser”, para um público que saiu ensandecido, e que aproveitou até o último segundo dessa magnífica apresentação, revigorante para este início de semana.

Texto por: Sara Ferreira // Fotos gentilmente concedidas por: The Ultimate Music – PR
Agradecimento pela atenção e credenciamento: The Ultimate Music – PR