Epica: domingo chuvoso em SP compensado com grande show

A noite chuvosa, mas não fria do último domingo (08/03), em SP, foi compensada com dois grandes shows na Áudio Club e foram eles: DragonForce e Epica. Um, sensação indiscutível do Guitar Hero com a canção intitulada “Through The Fire And Flames” sendo considerada a mais difícil da série e do outro lado – sensação do Metal Sinfônico tendo seu fundador Mark Jansen e acompanhada da belíssima Simone Simons no vocal.

O DragonForce foi a banda de abertura convidada pelo próprio Epica tocando suas canções inéditas como “Three Hammers“, “The Game” e “Symphony Of The Night” – fazendo parte do último álbum “Maximum Overload” lançado em 2014 e alguns clássicos que não poderiam faltar de jeito nenhum: “Fury Of The Storm“, “Cry Thunder” e “Valley Of The Damned” – esses fazendo parte de álbuns como “The Power Within, 2012″ e “Inhumam Rampage, 2006″.

Foto por: © Edi Fortini - Todos os Direitos Reservados.

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O Epica entrou pontualmente às 21h00 ao som de “Originem” e foi só essa belíssima introdução chegar à tona que foi o ápice para os fãs irem a loucura com gritos de “Epica! Epica! Epica!”.

Cada fã presente ali na Áudio Club se sentiu realizado com as músicas tocadas. “The Second Stone“, “The Essence of Silence” e “The Last Crusade” abriram a primeira trinca – as duas primeiras, inéditas do “The Quantum Enigma” e a seguinte do “Consign to Oblivion“.

Foto por: © Edi Fortini - Todos os Direitos Reservados.

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A segunda trinca da noite veio com um toque especial. “Unleashed” e a “Storm the Sorrow” aqueceu o entrosamento do integrantes com os fãs cantando cada frase, cada refrão e vindo a sexta música onde Mark Jansen pedia ao público que gritassem o mais alto possível quando fossem tocado trechos de duas músicas – e a que tivesse maior repercussão seria a escolhida – “Façade of Reallity” foi a mais “gritada” e a outra opção ficou com “Fools of Damnation” (ao qual também foi executada).

Sensorium“, “Cry for The Moon” (essa que teve pedido de Simone para que o público cantasse bem alto com direito a solo de bateria) e “Design Your Universe” com direito a fala de Mark motivando os fãs presentes de que não desistissem de seus sonhos e os perseguissem até quando não houver mais esperanças fechou a primeira parte do show.

Foto por: © Edi Fortini - Todos os Direitos Reservados.

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O Encore ficou com “Sancta Terra“, “Unchain Utopia” e “Consign to Oblivion” – algumas músicas antes Simone chegou a dizer o quanto percebia que São Paulo era quente e brincando também comentou: “é eu sei, também sou Brasileira” – com isso, nada mais que para honrar sua palavra, ela e os outros integrantes (menos Coen Janssen – cujo tecladista) vestiram a camiseta da Seleção do Brasil e encerraram a noite no mais alto estilo possível.

Vejo composições fora do comum nas letras do Epica e são coisas que estou também estudando a algum tempo relacionados a Física Quântica. Percebo algumas mensagens em diversas músicas e principalmente quando Mark aconselhou que os fãs não desistissem de seus sonhos em “Design Your Universe” – o próprio nome da música e sua letra representam bem isso. Espero ter a oportunidade de bater um papo com Mark com uma cervejinha do lado sobre esse mundão quântico da coisa. Quem sabe?

Foto por: © Edi Fortini - Todos os Direitos Reservados.

Foto por: © Edi Fortini – Todos os Direitos Reservados.

Resenha por: Victor Santos // Fotos gentilmente concedidas por: Edi Fortini
Agradecimentos a Overload, The Ultimate Music – PR e Costábile Salzano pelo credenciamento.

Victor Santos

Victor Santos

Editor-Chefe em Imprensa do Rock
Victor Santos é editor-chefe do Imprensa do Rock e Diretor Geral do Programa Unimetal. Desde 2011, vem trazendo conteúdo de qualidade para os amantes da música e do cinema.
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