Braza ao sol das doze e trinta em Interlagos @Lollapalooza – São Paulo/SP (25/03/2018)

Foto: Rodrigo Gianesi

Bastante gente veio acompanhar a banda carioca tocar no palco principal do Lollapalooza 2018 em pleno autódromo de Interlagos, em São Paulo.

A experiência dos integrantes é nítida, confiantes em suas letras e em suas capacidades musicais, o BRAZA tem uma vibe positiva que empolga geral, Danilo dança as próprias composições, toca canta e continua seguindo a positividade, repassando ao público o entusiasmo de um antigo Forfun. Se diverte.

Agora é o BRAZA que chegou, tá no Lollapalooza meu irmão, fazendo um som brasileiríssimo, de qualidade, metais, sintetizadores, guitarra, reggae, freestyle, rap, hip hop, soul e rock and roll.

BRAZA é uma banda formada em 2016 pelos ex-integrantes do Forfun, por Nícolas Christ (bateria), Danilo Cutrim (guitarra e voz) e Vitor Isensee (teclado e voz). O grupo já lançou dois álbuns de estúdio, o “Braza“(2016) e o “Tijolo por Tijolo” (2017).

“Quem tá perto da caixa sente mais a pressão”.

“Tristeza e aflição não pagam conta não”

Vermelho e amarelo na projeção do telão

Tem um cara tocando atabaque

Além da batera

Letras sempre inteligentes, consciência coletiva nos arranjos mentais do freestyle de Vitor Isensee.

O groove que eles tem

O baixo manda

A batera segue

Pouca guitarra encaixada na medida certa pra dar o brilho que falta

A vibe do BRAZA é quase um canto, um rap falado com instrumentos ao fundo, uma reza pra mamãe oxum oxalá

Mandaram um CHARLIE BROWN, “Zóio de Lula“, Santos!

Salve a música brasileira

“com respeito aos gringos mas o Braza chegou”

Meteram um forró no meio do Lollapalooza

A galera dança, “Segue o Baile

Marielle

Presente

Fascismo não

“Bora nego!
Bora que a vida anda pra frente,
e se ficar pequeno pra gente,
a caravana caminhará”

Eles vao continuar

Na mente a gente sente como tá a parada, “ainda bem que eu vim”

Fuma um aqui

Legalize

Vem cá pra resistência!

“Patriarcado, família, bagulho sério na Síria                    
Televisão bota pilha, ma people cry                    
Periferia resiste, quando o sotaque persiste                       
Pois tudo aquilo que existe, you can’t deny”

“Ela me chamou para dançar um ragga”

Entram numa onda sozinhos ali no palco, natural, tranquilidade, humildade absurda no som e na intenção

Fazem solos com todos aqueles instrumentos, metais, guitarras e sintetizadores

Bonito demais

Estouram o ouvidos de geral

12h30 o BRAZA tocou na BRAZA de Interlagos

Jogaram tijolos no público, machucaram as mentes alheias.

Set List

  • Segue o Baile
  • Ela me chamou pra dançar um ragga
  • Ande
  • Qual o rosto de Deus?
  • Oxalá
  • Normal
  • Embrasa
  • Subindo Santa
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
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