Avril Lavigne: realizando show em São Paulo como uma verdadeira adolescente

Foi minha vez de ser redatora (fotógrafos não foram liberados) no show da cantora Avril Lavigne no CItybank Hall dia 29/04. Não vou dizer que ela tem cara de 15, 18 ou talvez 19, todo mundo já disse isso, mas desde quando ter 29/30 anos é ser velha? hoje em dia não existe mais isso (bateu aquele desespero), inclusive, acabei de descobrir por uma amiga que a fonte da juventude que ela toma (segundo avrilbandaidsbrasil) é a seguinte: água extraída de cratera vulcânica, considerada a mais pura do mundo, a água, que será importada especialmente para cantora, é extraída de um aquífero formado em uma antiga cratera vulcânica na Ilha de Viti Levu, em Fiji. Uau, o que é ser velha pra vocês? No show da pop rocker em 2011 no Brasil ela pediu 80 pizzas, é ela ta ficando velha sim, e frustrada.

Tá, mas agora sim vou começar.

Às 21:40 os músicos entraram no palco, e começou uma exibição no telão ao som de “Bad Girl” (aquela com participação do Marilyn Manson do álbum Avril Lavigne de 2013), com as guitarras e bateria afinadas e pesadas, o show iniciou quebrando tudo, a pista premium ficou pela metade vazia, pois a briga pela grade, pés, mãos e olhares da cantora eram visivelmente disputado e empurrados.

A segunda foi Here’s to Never Growing Up “, não dava para ouvir a voz da cantora, todo mundo cantou junto, e curtiu muito, foi quase uma conversa de amigos relembrando momentos que passaram.

Ela mandou também as mais agitadas  What the Hell, Smile, l Rock N’ Roll,  I Always Get What I Want (uma b-side de let go), a galera correspondeu, mas não teve bate cabeça (risos).

A música Give You What You Like, é realmente diferente e penetrante, mas estava muito baixa, queria poder dizer mais sobre ela, já que para mim, é a melhor música do álbum mais recente, em outra oportunidade…

Para chantagem emocional com o público, Avril incluiu no set, When You’re Gone (The Best Damn Thing),  Nobody’s Home (album Under My Skin) e  I’m With You (Let Go), para os mais nostálgicos, que eram a maioria,  ela continuou com Complicated, destaque para Things I’ll Never Say do 1º album da cantora, foi quase a surpresa da noite, em seguida mandou  Don’t Tell Me, 1 single do 2º album, quando começou  My Happy Ending, o City Bank foi abaixo, com Avril tocando guitarra, agitou ainda mais a galera com He Wasn’t, e para fechar a sessão “baú” com chave de ouro, ela mandou “Sk8r Boi”, com os famosos chutes e socos no Gasparzinho para acompanhar os rifs finais.

A surpresa da noite foi no BIS, com laço na cabeça, Avril começa cantar Kello Kitty, single muito criticado por alguns fãs por ser a pior música da carreira dela até hoje, porém, foi incrivelmente a melhor música ao vivo, as guitarras entraram com muito peso, e a bateria mandava na música, isso me trouxe muitos “por quês”, por que ela não gravou assim?

Texto por: Allyne C.
Credenciamento: T4F

Victor Santos

Victor Santos

Editor-Chefe em Imprensa do Rock
Victor Santos é editor-chefe do Imprensa do Rock e Diretor Geral do Programa Unimetal. Desde 2011, vem trazendo conteúdo de qualidade para os amantes da música e do cinema.
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