Ator Morto apresenta para o público o “CAOS EP”.

Ator Morto apresenta para o público o “CAOS EP”.

                                                       (Foto: Denis Carrion)

São Paulo, setembro de 2018 – Depois de lançar o single “Não Consigo Não” em esquema mobile first, o Ator Morto apresenta para o público o “CAOS EP”. Formada por Alexandre Capilé e Caique Fermentão, da Forever Vaction Records, a dupla de rock disponibiliza para o público o material completo e o clipe da música “Caos”. O show de lançamento acontece dia 22/09, no Estúdio Costella (SP).

“Este EP foi produzido de forma bem crua, sem mágicas de pós-produção em estúdio e valorizando os takes mais verdadeiros. Começamos a gravar tudo em fita, num multitrack de quatro canais que tenho desde a minha adolescência. Tudo isso no Estúdio Costella, usando prés e microfones profissionais numa plataforma super limitada. A idéia era criar uma super produção dentro de uma super limitação (quatro canais e fita analógica). O resultado final trouxe a sonoridade desejada. Bonitas canções gravadas de forma rudimentar, resultando na estética suja e requintada que queríamos, remetendo a épocas que amamos da música”, explica Capilé.

Ouça “CAOS”:https://open.spotify.com/album/5YZbuhbUz6XvvWRC9CP8Ud

 

Capa do EP

Foto: Denis Carrion

Arte: GG. Di Martino

Faixa a faixa por Alexandre Capilé

01 – Minta Bem: Talvez a música mais “britsh rock” deste lançamento, resgata o som rock and roll anos 90 de bandas como Oasis, Stone Roses, etc; aliados a estética do garage rock. Fala sobre o quanto é importante saber viver um momento bom, pois ele pode ser o último, a mensagem da música é: Se for pra fazer qualquer coisa faça bem.

02 – Caos: Faixa que dá nome ao Ep, traz uma sonoridade garage rock/surf music, sua letra fala aborda colisões no espaço, leis da física quântica e sobre se perder. Foi a primeira canção escrita para esse projeto, sua mensagem é bem direta logo no início “Tudo que sei, não adianta mais pra me salvar” retrata bem o desespero de que não consegue mais estar em equilíbrio com a vida. Mas como numa história bem famosa da humanidade, o ator morto ganha forças e ressuscita.

03 – Não Consigo Não: O encontro de ACDC com o Oasis se dá nessa música, a mais “roqueira” do EP. Uma vida desregrada impacta em muitas ressacas e promessas de nunca mais repetir os erros da noite anterior, infelizmente e apesar das promessas, o objetivo não é alcançado e tudo se repete. Não consigo não.

04 – There’s a line… : A influência de Ty Segall, The Oh Sees e Fidlar é direta. Garage rock californiano hecho in sudamerica. A letra aborda o quanto um vício pode ser legal e te dar a energia para lidar com sua vida por um tempo, porém uma hora você descobre que não está mais no comando e não quer desperdiçar sua vida com esta merda, mas há sempre uma tentação esperando por você, e por mim.

05 – It Feels: A balada anos 90 está de volta, sem medo de clichês e com um belo dueto de vozes esta canção nos faz voltar no tempo e relembrar as festinhas americanas da adolescência noventista. A letra, que a primeira vista parece ser de um amor clichê, acaba se revelando numa declaração de sinceridade dos novos tempos, onde valorizamos muito mais a verdade do que a ilusão de dias melhores.

06 – Zero: Uma introdução épica abre a música, que também flerta no namoro Oasis/ACDC da dupla. Com pitadas de stoner rock ela fala sobre as relações descartáveis, sem conexão e que acabam no primeiro raio de sol. Reflete sobre o quanto pessoas livres, algumas vezes perdidas, cruzam caminhos, abusam dos desejos, do momento e partem sem olhar pra trás. Analogias com a matemática e sobre o significado do zero filosoficamente estão espalhados pela letra, onde a busca pela verdade pode estar nos acontecimentos mais fúteis da vida.

Clipe de “Caos”

“O clipe é um apanhado de imagens feitas durante a gravação do EP, a idéia é manter o registro da forma que gravamos e a energia da gravação”, conta Capilé, que dirigiu e editou o material.

Assista: https://youtu.be/JdFGBvwuQYE

SOBRE ATOR MORTO

Ator Morto é uma dupla de rock formada por Alexandre Capilé (voz, violão e guitarra) e Caíque Fermentão (backing vocals, bateria, baixo e violão). Formada em 2018, em São Paulo/SP, materializa em música a amizade dos parceiros do selo Forever Vacation Records.

Em novembro de 2017, durante um período de depressão, Capilé descobriu o prazer em compor como terapia.

Então decidiu escrever e gravar uma música por dia para simplesmente se sentir bem, sem grandes pretensões.

O resultado disso são as músicas do Ator Morto – o nome é ligado à depressão, onde de certa forma ele se considerava o “ator morto”.

Em fevereiro de 2018, mostrou as músicas para Caique e o convidou pra gravá-las. Durante esse processo, decidiram virar uma dupla de rock, onde os dois teriam o controle artístico do projeto.

Seis músicas foram escolhidas e gravadas de forma “vintage” no Estúdio Costella, em São Paulo. Tudo foi produzido, gravado e mixado por Capilé. Detalhe: em quatro dessas músicas existem vozes e violões originais das demos. Com o primeiro EP finalizado, “CAOS EP”, lançado em setembro.

SOBRE FOREVER VACATION RECORDS

Forever Vacation Records é um selo e gravadora independente, fundado em 2017, com sede no Estúdio Costella (São Paulo). Formado por Alexandre Capilé, Fabricio Livre e Lucas Melim, figuras conhecidas no rock underground, está movimentando a cena não só lançando álbuns, mas também fazendo booking, produção executiva, PR e gerenciamento de carreira. Além de promover tours, festas e atividades culturais. Com quase um ano de existência, o selo tem em seu casting as bandas Water Rats, Deb and The Mentals, Karen Dió, Corona Kings, Luke & No Friends, Devilish, Violet Soda, Dínamo e Ator Morto. Em agosto de 2018, fechou parceria com o selo e gravadora chileno Algo Records e lançou o álbum do duo Magaly Fields no Brasil.

Site: http://www.forevervacationrecords.com/

Facebook: https://www.facebook.com/ForeverVacationRecords/

Instagram: https://www.instagram.com/forevervacationrecords/

Youtube: http://bit.ly/2AmZ4jI

Nós da Rede

Anderson Severo

Agitador Cultural em Sub_Discos
Comecei a ouvir Rock N'Roll desde minhas primeiras lembranças conscientes, desde muito cedo. Isso deve ter sido lá por 1985. Começando de cara pela minha primeira lembrança Sonora e Estética é foi e sempre será Raul Seixa, claro que com o amadurecimento e expansão da consciência, as novas lembranças são Ramones, LED Zepellin, The Doors; Conheci também já pré adolescente AC/DC, Legião Urbana, Rolling Stones e Creedence.Ainda adolescente conheci pessoas atuantes na cena local, fui trabalhar como roadie de uma banda chamada orgasmo.
Até que quis montar minha própria banda.
No decorrer da caminhada passei por projetos como:
2000 - Resistência Aflita
2004 - Kaos Eminente
2006 - Estado Crítico
2014 - Insulto Verbal
2015 - Atualmente faço parte dos Projetos
Capa Preta e Exclusão Social.
Atuo promovendo eventos, lançando e distribuindo fonogramas, divulgando bandas eventos. Sou Adepto a filosofia Punk e ouço muito Hard Core, Cólera, Ratos de Porão entre outras.
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Anderson Severo

Comecei a ouvir Rock N' Roll desde minhas primeiras lembranças conscientes, desde muito cedo. Isso deve ter sido lá por 1985. Começando de cara pela minha primeira lembrança Sonora e Estética é foi e sempre será Raul Seixa, claro que com o amadurecimento e expansão da consciência, as novas lembranças são Ramones, LED Zepellin, The Doors; Conheci também já pré adolescente AC/DC, Legião Urbana, Rolling Stones e Creedence. Ainda adolescente conheci pessoas atuantes na cena local, fui trabalhar como roadie de uma banda chamada orgasmo. Até que quis montar minha própria banda. No decorrer da caminhada passei por projetos como: 2000 - Resistência Aflita 2004 - Kaos Eminente 2006 - Estado Crítico 2014 - Insulto Verbal 2015 - Atualmente faço parte dos Projetos Capa Preta e Exclusão Social. Atuo promovendo eventos, lançando e distribuindo fonogramas, divulgando bandas eventos. Sou Adepto a filosofia Punk e ouço muito Hard Core, Cólera, Ratos de Porão entre outras.